15 de dezembro de 2014

A Criatividade em Movimento - 1º Encontro Institucional Ibérico do CPSB

Nos dias 12, 13 e a14 de Dezembro, teve lugar no Hotel Riviera em Carcavelos, o primeiro encontro institucional do Centro de Psicoterapia Somática em Biossíntese que juntou todos os cursos leccionados em Portugal, do 1º ao 13º, assim como os cursos livres, self-driver e Bio-grupo, bem como dos cursos de Barcelona e do País Basco. O mote era a criatividade em movimento e essa criatividade ficou bem patente nos 5 blocos de workshops que foram distribuídos entre os três dias do encontro.

A recepção que foi feita por Milagros Carmona e Ana Damião foi fundamental ao permitir o acolhimentos dos diferentes grupos, possibilitando não só a conexão entre pares mas também a identificação de outros grupos. Foram acolhidos todos os cursos, mas também os amigos da Biossíntese e a parte administrativa do CPSB, tão fulcral na organização deste evento. Para além desta identificação tão necessária de cada um dos presentes, foi efectuado um corpo onde cada um foi convidado a ocupar o lugar que mais lhe fizesse sentido: a cabeça, as vísceras, os braços, as pernas, etc..

Já conectados com o espírito de grupo, iniciaram-se os trabalhos e foram então apresentados 15 workshops com a duração de 30 minutos cada e da responsabilidade de todos os professores. As apresentações foram dinâmicas e foram apresentados vários exercícios, o que promoveu a integração do grupo ao longo destes três dias. O primeiro workshop foi o de Eunice Rodrigues, com o título "A Música em Psicoterapia Somática", onde se falou sobre a música, os seus efeitos no cérebro e também a forma como esta pode ser utilizada como uma ferramenta no consultório. De seguida, Nieves Batista, professora assistente em Barcelona falou d"As Qualidades do Impulso", trazendo o movimento, e focando-se no trabalho de Laban. Para terminar este bloco, Ana Caeiro falou sobre a escrita criativa e de como usar esta ferramenta como um recurso em Biossíntese. Finalizámos o dia com uma meditação voltando ao mesmo lugar que encontrámos no corpo do grupo.

No Sábado começámos com uma meditação e logo de seguida teve início um novo bloco de workshops. Primeiramente, e com Leonor Braga e Ana Rita Carmo, falámos sobre a dinâmica familiar, nomeadamente da relação entre irmãos. De seguida, Joana Quintino trouxe-nos um pouco da vida e obra de Françoise Dolto, pediatra e psicanalista francesa com visões particulares e muito humanistas. Antes de um pequeno intervalo, o grupo foi animado pela apresentação de Patrícia Querido, Cristina Santos e Ana Ferreira onde foi possível para os presentes, expressar com o corpo a história do lobo-mau e dos três porquinhos. A apresentação, "Brincar em Biossíntese" era direccionada para a forma como podemos trabalhar com crianças. Para finalizar os trabalhos da manhã, Graça Mansos falou da sua experiência no trabalho com grupos, com foco no processo terapêutico dos seus membros, na partilha e na relação de confiança que se estabelece entre todos e a promoção da auto-cura.

Após a pausa de almoço, Rute Pereira falou-nos sobre a hipnose, desmistificando alguns conceitos erróneos e apresentando uma pequena prática de indução hipnótica a um nível não profundo, o que promoveu um enorme relaxamento. Sandra Veiga apresentou de seguida o workshop "Psicoterapia Corporal sem Toque", focando muito na atenção e consciência e também na importância de estar presente com o outro e connosco. Continuando na temática do toque, Teresa Madeira falou sobre toque subtil como forma de reestabelecer a harmonia do corpo, falando especificamente sobre o sistema sacro-craniano.

Depois de uma breve pausa, Josune Alkorta, do País Basco, veio falar sobre constelações organizacionais, referindo logo de início que as empresas também têm alma e que isso é uma das chaves para o seu sucesso. Para finalizar o dia, Eva Mendel apresentou o trabalho "El camino de la Biosíntesis", demonstrando através de um conto alguns conceitos básicos da Biossíntese. Representando uma camponesa, Eva (e Anxo, na versão portuguesa) emocionou a plateia, pois foi possível para cada um, revisitar o seu próprio percurso.

Como forma de comemorar, teve lugar neste dia, o jantar de Natal, onde foi possível conviver e dilatar um pouco mais a possibilidade de trocar ideias e de celebrar a vida.

No último dia começámos novamente com uma pequena meditação de 10 minutos para de seguida dar início aos trabalhos do dia. A primeira apresentação foi de Rita Raposo que trouxe o tema "O terapeuta perante doentes terminais". Neste workshop a Rita deu o seu testemunho enquanto terapeuta perante uma pessoa em fim de vida. De seguida foi dada a palavra a Cláudia Correia que falou na importância do terapeuta de cuidar de si mesmo, apesar de se colocar na posição de cuidador.
A apresentação de Maria del Mar foi a última e deu um especial enfoque nas relações com o outro e na capacidade de amar todos, seja na família, no consultório ou dentro de nós, amando-nos a nós mesmos.

Depois de um fim de semana intenso, onde jorraram emoções, partilhas e vivências, Milagros Carmona e Ana Damião vieram novamente juntar o grupo dinamizando um ritual de despedida onde ficou uma sensação de paz, amor mas também de união e de continuidade. Para o ano há mais!

20 de novembro de 2014

Workshop | 09 de Dezembro 2014 - Trabalho com a sexualidade em Biossíntese

Workshop 

Workshop | 09 de Dezembro 2014 - Lisboa
Trabalho com a sexualidade em Biossíntese
Sem tabus e com clareza com a Dra. Maria del Mar

A nossa sexualidade é um tema fundamental na nossa vida, que não se reduz ao ato sexual em si. A nossa auto imagem; a relação com o corpo, a forma como o tratamos, mostramos ou escondemos. Como nos afastamos ou aproximamos de pessoas e/ou de situações prazerosas ou destrutivas. A forma como construo as minhas fantasias e perversões. As consequências na nossa vida diária de uma sexualidade não vivida na sua plenitude. O medo da entrega.
O aprisionamento emocional. A relação com os meus sentidos e a relação com a criatividade no trabalho e na saúde.

Além de perguntas como:
Como me relaciono com o meu corpo e a minha carga sexual?

Tenho uma libido saudável?

Como me relaciono com a alegria e a minha capacidade de excitação?

A sexualidade é importante para mim? Demasiadamente? Ou de menos?

Será que a sexualidade está separada do coração? Ou não?

Terá a minha saúde algo a ver com uma sexualidade saudável? Ou são coisas independentes?

Estou prisioneira/o de crenças ou fantasias com idealismos?

Como construi na realidade o meu ser sexual?

Como me relaciono com o prazer de estar vivo? Ou será que sobrevivo?

Em relação à sedução: sou sedutor/a ou sou seduzido/a?

Se sou terapeuta, como poderei abordar este tema?

Qual a relação entre a sexualidade e a espiritualidade?

Este será um Workshop orientado para a Clareza, falando e trabalhando estes temas sem tabus.
Dia: 09 de dezembro (terça-feira)
Local: C.P.S.B. - Av. 5 de Outubro, nº 122 – 5º Esq. Horário: 19h às 21h30 Preço: 5,00€ Associados e Parceiros C.P.S.B.
           10,00€ Não Associados C.P.S.B.

Confirmação obrigatória para o e-mail: geral@cfpsb.com ou 21 793 53 26

6 de novembro de 2014

Workshop - A arte de amar a três, dia 11 de Novembro

11 de Novembro . CPSB Lisboa 19h às 21h
 Workshop sobre a Arte de Amar a três, inspirado nas inúmeras sessões psicoterapêuticas de casais.
por Maria Del Mar 
 (Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta Somático em Biossintese, Professora Sénior. Diretora do Centro de Biossintese de Portugal e Espanha)
Local: CPBS Lisboa  Investimento: 5€ Associados e 10€ não associados. Gratuito para quem tem convite.
Confirmação obrigatória para: 21 793 53 26 ou geral@cfpsb.com


Whs

16 de outubro de 2014

Workshop 20 de Outubro

Diferenciar, identificar e como cuidar da depressão, ansiedade, bipolaridade, pânico, stress, burnout, borderline, esgotamento nervoso e pré psicose –
abordagem pela Psicoterapia Corporal com a Dra. Maria del Mar

O diagnóstico clínico é, quando bem usado, uma excelente ferramenta para o nosso auto conhecimento assim como para prevenção e tratamento.
Às vezes, por medo ao desconhecido, ignoramos os sintomas, não tentamos compreendê-los, fugimos, negamos ou negligenciamos, colocando em risco o nosso equilíbrio e o dos que nos rodeiam.
Neste Workshop vamos tentar clarificar conceitos, estados, alertas e erros comuns para depois podermos seguir caminhos mais saudáveis de, auto consciência, de auto cuidados e intervenções terapêuticas corretas

Venha a aprender:
A reconhecer os sintomas de forma clara
A distinguir conceitos e diagnósticos
A encontrar quais os erros mais comuns no auto-diagnóstico
A prevenir estados de desiquilibrio
Auto-cuidado: conheça novas ferramentas


Dia: 20 de outubro (segunda-feira)
Local: C.P.S.B. - Av. 5 de Outubro, nº 122 – 5º Esq.
Horário: 19h às 21h30
Preço: 5,00€ Associados e Parceiros C.P.S.B.
            10,00€ Não Associados C.P.S.B.


Professora: Dra. Maria del Mar Cegarra Cervantes. Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta Somática em Biossintese, Professora Sénior pelo International Institute for Biosynthesis, Directora do CPSB (Centro de Psicoterapia Somática em Biossíntese) e Vice-Presidente da Asociación de Somatoterapia Española.

10 de outubro de 2014

Antes e depois

Para muitos de nós, talvez até para a maioria, é muito difícil fazer transições. Existem vários motivos para isso. Fazer uma grande mudança ou transição na nossa vida exige energia, disponibilidade, força e coragem. Exige também um esforço para sair do conhecido, do lugar de segurança. E isso mexe com as necessidades básicas, como humanos, mas também como animais que somos.

Fazer uma mudança ou transição implica fazer um movimento entre dois lugares dentro de nós: o antes e o depois. E se conhecemos muito bem o antes, pouco temos a saber sobre o depois. Claro que, quando a mudança é algo que nós queremos fazer, sabemos para onde queremos ir, e aí temos conhecimento de um "depois" hipotético, mas, se esse "depois" se situa no futuro, existe muito desse "depois" que é desconhecido.



Mas voltemos ao "antes". O antes é o agora com tudo aquilo que o caracteriza, incluindo o conhecimento do passado e uma estabilidade sobre aquilo que se sabe e que é controlado por nós. Há uma segurança no "antes", e mesmo que não estejamos felizes ou que nos sintamos presos a uma estabilidade que nos faz sentir parados e sem evoluir, este momento pré-transitório traduz-se em conforto. Conforto porque sabemos como são os nossos dias, um atrás do outro, quer passe uma semana ou um mês. Conforto porque, mesmo que estejamos fartos deste conhecido, este conhecido está imóvel, não nos surpreende. Claro que estou a falar de momentos internos, endógenos, ou seja, em que não existe algo externo que nos empurra para outras transições na vida, como o desemprego ou uma morte. São aqueles momentos em que vemos a vida repetir-se, dia após dia. E por mais que queiramos sair desse ritmo, por vezes a estagnação é tão forte que é difícil dar um passo.

Quando podemos dar finalmente um passo para o "depois" surge o medo. Por vezes é tão forte que até cremos que mais vale ficar no "antes", infeliz mas seguro. Porque é assim? O "antes" é toda uma vivência, é algo que vive connosco e que, para chegar ao ponto a que chega, precisa de muito tempo, como uma pele que se vai vestindo e que faz parte de nós. Se vamos despir essa pele que nos cobriu durante tanto tempo, vamos ter de nos despedir dela, e aqui reside a grande dificuldade: nas transições há sempre algo que morre. O "antes" morre para dar lugar ao "depois", e é necessário fazer um luto. Vamos abandonar algo que não vamos voltar a ver, seja um emprego, uma pessoa, ou a nossa "antiga" pessoa. E isso dói. O carácter definitivo que por vezes surge, assusta. A novidade assusta. O desconhecido, ainda que tenha uma promessa de felicidade, assusta. Mas às vezes é necessário dar um passo, e não é um passo em falso, é um passo em frente, mesmo que seja em direcção ao nevoeiro. Sabemos que conforme vamos caminhando no nevoeiro, vamos vendo nem que seja um passo em frente. E às vezes mais vale ir andando do que sentar e esperar por um D. Sebastião.

Imagem: http://mesmoquenaohouvessemusicaeuchoraria.blogspot.pt/
Texto de Ana Caeiro

29 de setembro de 2014

Esperar pelo Universo*

Li um texto que começa por perguntar, com trejeitos de impaciência (e nós terapeutas, já ouvimos isto em algum lado, e também já nos questionámos): "porque é que isto não anda mais depressa? Estou farta de esperar!"

Pois bem, o que acontece é que o universo tem um plano melhor. Um que é melhor do que aquele que temos. Seja qual for a nossa referência: Deus, o Universo, a essência, não importa. O que importa é que, de tempos a tempos, nós perdemos perspectiva. Queremos dar ordens ao universo sobre quando e como queremos que as coisas se manifestem nas nossas vidas. Vivemos na era do imediato. E se queremos algo, podemos tê-lo, de forma quase instantânea. Estamos cada vez mais habituados a ter um controlo quase absoluto das nossas vidas, e assim sendo, começámos a acreditar que o universo deveria de trabalhar de acordo com a nossa agenda.

Falta-nos humildade. É necessário plantar as sementes dos nossos desejos num solo fértil e saber esperar pelo universo. É ele que faz a sua magia, mas a seu tempo. Temos de respeitar que provavelmente apenas conseguimos controlar cerca de metade dos nossos planos, por mais que possamos regar essas sementes, o seu brotar depende de muito mais do que a nossa boa vontade. E existem bons motivos para que exista uma parte que não controlamos e que está fora das nossas mãos.

Várias áreas defendem algumas lições espirituais ou ensinamentos pelos quais devemos passar para criar uma consciência mais elevada. Mas estas lições, estas "aulas", não vão acontecer de acordo com o nosso calendário e muito menos quando queremos muito que elas surjam ou até que vão embora. A questão não reside no universo a dar-nos o que nós queremos, quando nós queremos. É sobre o universo a ensinar-nos a ser quem nós somos. A ajudar-nos a recuperar o conhecimento sobre quem nós realmente somos: poderosos, inteiros, abundantes, suficientes... Nós até pensamos que temos inúmeros problemas, mas o único e real problema que temos é a forma como estamos desconectados da nossa fonte, da nossa essência. Ocasionalmente, o universo irá chamar-nos a atenção, e não da melhor forma, embora não seja como um castigo, mas sim para nos mostrar um caminho melhor. Nestes momentos não estamos a ser castigados, mas sim iluminados, e esta é a forma do universo nos ensinar que nós temos tudo aquilo que precisamos. A nossa função é estar disponíveis, abertos e pacientes. E saber que as respostas para as nossas questões podem não surgir da forma convencional que esperávamos. Temos de confiar que a vida se está a desenrolar a um ritmo que vai de encontro ao nosso melhor e maior desenvolvimento.

Podemos controlar aquilo que é possível e deixar o resto para o universo. Se a vida não se desenrolar como e quando queremos, o melhor é sorrir. O universo estará a trabalhar para nos mostrar um caminho melhor. Assim sendo, enquanto esperamos, o melhor será viver com gratidão, paciência e humildade. Podemos sempre repetir para nós próprios: eu acredito que me será dado tudo aquilo que eu preciso e por caminhos que eu não consigo imaginar.

*Artigo de opinião

Texto original: http://www.mindbodygreen.com/0-10348/be-where-you-are-not-where-you-think-you-should-be.html

18 de setembro de 2014

Workshop - Sonhar, transitar e integrar, 25 de Setembro

sonhar, transitar e integrar

Sonhar é vital para o ser humano.
Seja sonhar quando dormimos, seja sonhar quando acordados, projetando os nossos desejos. 
No primeiro caso o objetivo principal, é que, de uma forma simbólica, se libertem ou se reorganizem os nossos desejos e emoções. No segundo caso estaremos mais ligados às nossas motivações para continuar projetos ou elaborar novos, seja na dimensão pessoal ou profissional.
Como construo as minhas imagens? 
Crio expectativas e ilusões mas fico frustrado muitas vezes?
Como consigo motivar-me?
Têm os sonhos algo que ver com a forma como vivo?
Como posso não deixar de sonhar, motivar-me e acreditar no meu sucesso como Ser Humano?

Pronto para ir para além do sonho?
Dia: 25 de Setembro de 2014 (quinta-feira)
Local:
C.P.S.B. - Av. 5 de Outubro, nº 122 – 5º Esq. Lisboa (Campo Pequeno)
Horário:
19h às 21h30
Preço:
5,00€ Associados e Parceiros C.P.S.B.
            10,00€ Não Associados C.P.S.B.
Vagas limitadas
Confirmação obrigatória para: 21 793 53 26 ou geral@cfpsb.com
Abertas as Candidaturas para as novas turmas do Curso Pós Graduação em Biossíntese
Lisboa – Coimbra – Barcelona

3 de setembro de 2014

Lidar com emoções difíceis

É difícil lidar com emoções ou sensações difíceis fora do consultório. Quando estamos em consulta, as setas apontadas pelo terapeuta ajudam-nos a seguir um caminho. O caminho tem obstáculos, obviamente, mas parece que em terapia há quase em todas as consultas uma seta que ajuda, que nos encaminha no nosso percurso, não fazendo o caminho por nós. E é isso que se pretende: o terapeuta é como o maestro, mas somos nós que temos de tocar a música, sem esquecer de afinar os instrumentos.

Por vezes, quando mergulhamos em sensações ou emoções mais difíceis, pensamos na terapia e tentamos nos recordar do que foi dito. Tentamos reconstruir essas setas que apontam para uma saía, mas é como se estivessem escritas numa outra língua: não conseguimos voltar a esse sítio. Existe uma excelente ferramenta para lidar com sensações ou emoções mais difíceis quando estamos longe da terapia. É algo que nos permite conectar connosco e, embora possa não contribuir para uma leitura clara do caminho a seguir, permitirá a reformulação de alguns passos e também a possibilidade de levar alguma informação nova para as consultas seguintes.

Num momento em que se sinta mais neurótico, com as emoções à flor da pele, ou com sensações desagradáveis, permita-se a parar por uns segundos. Se possível feche os olhos e respire fundo. Conecte-se com essas sensações e faça a si mesmo a seguinte pergunta:
- Será que já me senti assim antes? Se sim, quando?
Este pequeno exercício poderá trazer várias vantagens. A primeira é claramente a possibilidade de parar e de olhar para dentro de nós. Podemos estar com essa sensação e respirar. De seguida, caso seja possível identificar outros episódios da nossa vida em que nos sentimos assim, podemos tentar fazer pontes e descobrir processos, formas, tipificações... E mesmo que não seja possível fazer essas pontes ou descobertas, identificar outros episódios, por si só, pode ajudar bastante no processo terapêutico. E é algo que, caso esteja presente em nós, podemos fazer fora da terapia, quase como um TPC - trabalho para casa. E de facto, não será esta autonomia que se pretende atingir com a terapia? Conseguir encontrar em nós as respostas, que sempre cá estiveram?

21 de julho de 2014

Workshop - O que é a Biossíntese? - 30 de Julho

aula aberta com a dra. maria del mar

O que é a Biossíntese?
Biossíntese  significa “integração da vida”, é uma psicologia pré e perinatal, transpessoal e uma psicoterapia somática com uma abordagem multidimensional do ser humano.
É uma forma de auto-desenvolvimento e autoformação com uma ampla base bio-social e com potencial para aplicações em muitas outras áreas da sociedade além da clínica.

A Biossíntese foi criada há mais de 40 anos pelo psicoterapeuta inglês David Boadella. A sua teoria, bem como uma grande variedade de aplicações práticas, vão sendo constantemente aperfeiçoadas e desenvolvidas pelo International Institute for Biosynthesis (IIBS) e pela comunidade internacional em vinte diferentes países do mundo.
Esta Aula Aberta é para quem quer saber mais sobre a Biossíntese, sobre o Programa do Curso Pós Graduação em Biossíntese e o BioGrupo - Grupo Psicoterapêutico em Biossíntese.

Dia: 30 de Julho de 2014 (quarta-feira)
Local:
CPSB - Av. 5 de Outubro nº 122, 5º Esq. Lisboa - Campo Pequeno

Valor: 5 euros (entrada livre para os alunos CPSB)
Horário: 19h às 21h
Confirmação obrigatória para: 21 793 53 26 ou geral@cfpsb.com

23 de junho de 2014

Workshop - Introdução à Biossíntese e o trabalho com a sexualidade - 30 de Junho

introdução a biossintese e o trabalho com a sexualidade

 Últimas vagas, para ingressar no Curso de Pós Graduação em Biossíntese na turma com horário pós laboral (todas as quartas-feiras das 18:30 às 22:30).

A nossa sexualidade é um tema fundamental na nossa vida, que não se reduz ao ato sexual em si. A nossa auto imagem; a relação com o corpo, a forma como o tratamos, mostramos ou escondemos. Como nos afastamos ou aproximamos de pessoas e/ou de situações prazerosas ou destrutivas. A forma como construo as minhas fantasias e perversões. As consequências na nossa vida diária de uma sexualidade não vivida na sua plenitude. O medo da entrega. 

O aprisionamento emocional. A relação com os meus sentidos e a relação com a criatividade no trabalho e na saúde.


Além de perguntas como:

Como me relaciono com o meu corpo e a minha carga sexual?

Tenho uma libido saudável?

Como me relaciono com a alegria e a minha capacidade de excitação?

A sexualidade é importante para mim? Demasiadamente? Ou de menos?

Será que a sexualidade está separada do coração? Ou não?

Terá a minha saúde algo a ver com uma sexualidade saudável? Ou são coisas independentes?

Estou prisioneira/o de crenças ou fantasias com idealismos?

Como construi na realidade o meu ser sexual?

Como me relaciono com o prazer de estar vivo? Ou será que sobrevivo?

Em relação à sedução: sou sedutor/a ou sou seduzido/a?

Se sou terapeuta, como poderei abordar este tema?

Qual a relação entre a sexualidade e a espiritualidade?

Este será um Workshop orientado para a Clareza, falando e trabalhando estes temas sem tabus.

Dia: 30 de Junho (segunda-feira)
Local:
CPSB - Av. 5 de Outubro, nº122 - 5º Esq. Lisboa
Horário:
19h às 21h30
Investimento:
5€ Associados e Parceiros C.P.S.B.
                         10€ Não Associados C.P.S.B.

Confirmação obrigatória para: 21 793 53 26 ou geral@cfpsb.com

11 de junho de 2014

Workshop - A Biossíntese e o trabalho com a sexualidade - 19 de Junho

a biossintese e a sexualidade
 Últimas vagas, para ingressar no Curso de Pós Graduação em Biossíntese na turma com horário pós laboral (todas as quartas-feiras das 18:30 às 22:30).

A nossa sexualidade é um tema fundamental na nossa vida, que não se reduz ao ato sexual em si. A nossa auto imagem; a relação com o corpo, a forma como o tratamos, mostramos ou escondemos. Como nos afastamos ou aproximamos de pessoas e/ou de situações prazerosas ou destrutivas. A forma como construo as minhas fantasias e perversões. As consequências na nossa vida diária de uma sexualidade não vivida na sua plenitude. O medo da entrega.
O aprisionamento emocional. A relação com os meus sentidos e a relação com a criatividade no trabalho e na saúde.

Além de perguntas como:

Como me relaciono com o meu corpo e a minha carga sexual?

Tenho uma libido saudável?

Como me relaciono com a alegria e a minha capacidade de excitação?

A sexualidade é importante para mim? Demasiadamente? Ou de menos?

Será que a sexualidade está separada do coração? Ou não?

Terá a minha saúde algo a ver com uma sexualidade saudável? Ou são coisas independentes?

Estou prisioneira/o de crenças ou fantasias com idealismos?

Como construi na realidade o meu ser sexual?

Como me relaciono com o prazer de estar vivo? Ou será que sobrevivo?

Em relação à sedução: sou sedutor/a ou sou seduzido/a?

Se sou terapeuta, como poderei abordar este tema?

Qual a relação entre a sexualidade e a espiritualidade?

Este será um Workshop orientado para a Clareza, falando e trabalhando estes temas sem tabus.

Dia: 19 de Junho (quinta-feira)
Local:
CPSB - Av. 5 de Outubro, nº122 - 5º Esq. Lisboa
Horário:
19h às 21h30
Investimento:
5€ Associados e Parceiros C.P.S.B.
                         10€ Não Associados C.P.S.B.

Confirmação obrigatória para: 21 793 53 26 ou geral@cfpsb.com

22 de maio de 2014

27 de Maio de 2014 Workshop Aberto em Biossíntese: MEDOS, FOBIAS E MANIAS


medo, fobias e manias

Que é o medo e para que serve?
Quando é patológico?
Como tratar autorregular, desmistificar e identificar?
Como se expressa o medo no corpo?
Que ferramentas se podem usar na clínica?
Que são as fobias e como se tratam?
Que são as manias?
Qual a relação entre medo, fobias e manias?


Estratégias e ferramentas para a sua prevenção, identificação e intervenção - Exposição Teórica e Vivencial / Abordagem terapêutica da Psicoterapia Somática em Biossíntese*

As consequências de viver com Medo e a possibilidade de o transmutar!!!
Os seres humanos vivem com medo de abrir o coração ao Amor, por medo da mágoa, de se expressarem com medo de ficar vulneráveis, de estenderem a mão para pedir ajuda, por medo da rejeição, de agredir, por medo de serem destruídos… Por vezes é assustador sentirmos mais vitalidade, termos sensações mais intensas.
Por termos medo da vida procuramos controlá-la, dominá-la.
Acreditamos que é perigoso sermos levados pelo fluxo das emoções.
O nosso medo da vida espelha-se na nossa maneira de nos mantermos ocupados, a fim de não sentirmos.

- Vamos olhar para o medo mais como um modulador e um alerta para as nossas dificuldades.
- Vamos criar a possibilidade de sentir intensamente e deixar que o nosso ser se auto-regule nesse contato.


Dia: 27 de Maio de 2014 (terça-feira)
Local:
CPSB - Avenida 5 de Outubro nº 122, 5º Esq. (Lisboa - Campo Pequeno)
Horário:
19h às 21h30
Investimento:
 
5€ Associados e Parceiros C.P.S.B. / 10€ Não Associados C.P.S.B.


Confirme a sua presença para: 21 793 53 26 ou geral@cfpsb.com

Confirmação obrigatória. Vagas limitadas.

12 de maio de 2014

Recordar os princípios básicos da Biossíntese: Os Campos Motores


Existem oito campos motores, cada um com a sua polaridade:


Polaridades dinâmicas:

Flexão --------------- Extensão
Tracção ------------- Oposição
Rotação --------- Canalização
Activação ---------- Absorção

A utilização destes campos motores pode ser dividida em duas formas. A primeira baseia-se na observação do paciente, tentando reconhecer qual o(s) campo(s) motor(es) onde ele se sente mais confortável e qual ou quais são os mais desconfortáveis e porquê. Após esta observação, é então possível usar estes campos motores como ferramenta da terapia corporal. Claro que, ao colocarmos esta ferramenta à disposição do nosso paciente, também será possível observar de forma mais precisa a forma como ele lida com determinados movimentos.

Assim sendo, cada campo motor reflecte uma postura ou um movimento que pode nos fornecer bastante informação sobre o nosso paciente. Importa agora saber um pouco mais soube cada um:
 
1º Campo de Flexão: Postura do bebé no útero, é a posição fetal, de auto-protecção, recolhimento. A posição fetal ressoa em estados de regressão e representa um desejo de retirar-se do mundo para um estado de maior segurança.

2º Campo de Extensão: É o oposto do primeiro: “eu estou aqui”, em expansão, equilíbrio. O corpo expande-se, a espinha estende-se, os braços ampliam-se e as pernas alongam-se. O nascimento é a nossa primeira grande extensão.

3º Campo de Tracção: A primeira experiência de tracção é o mamar. A partir daí e pela boca, o bebé experimenta o mundo, aprende o que precisa e demonstra-se principalmente pelos braços, é o Eu Quero.

4º Campo de Oposição: É o Eu Não Quero, o empurrar; A primeira expressão é no nascimento, quando empurra com a cabeça para sair.

5º Campo de Rotação: Relacionado com a flexibilidade, com o adaptar o corpo a novas estratégias. A primeira expressão é quando o bebé dá a volta no útero. A acção de caminhar, balanceando entre a esquerda e a direita é um tipo de rotação -> dispersão.

6º Campo de Canalização: Capacidade de ter um objectivo e levá-lo até ao fim. É a capacidade de concentração e foco. Quando exagerado torna-se em fanatismo. Na criança, ela vê o que quer e aponta, canaliza a sua vontade.

7º Campo de Activação: No seu exagero: Hiperactividade; é a energia que nos move, é dizer “eu vou” e estar carregada para o fazer. É a locomoção com movimentos activos nos braços e nas pernas. Para o hiperactivo, o descanso é uma tortura. A vitalidade é a palavra-chave deste campo motor.

8º Campo de Absorção: No seu exagero é a hipotonia, ocorre pela primeira vez quando o bebé nasce e olha vidrado pela primeira vez para a sua mãe. Neste campo absorvemos o que chega e incluímos na nossa vida. A meditação insere-se neste campo.
 
Quando o indivíduo está saudável e pulsa em todos os campos, temos o Campo de Pulsação.

6 de maio de 2014

Ser mulher e depois ser mãe



Artigo de opinião*


Diz-se que a sociedade impõe aos meninos que não chorem, que não demonstrem fragilidades e que sejam Homens, com H grande, com capacidade para lidar com a vida de uma forma quase bélica, mas também quase heróica e altruísta (este último, qb).

Dei por mim a pensar nisto e a perceber que está incompleto. Isto também acontece no feminino. Pelo menos, e de forma subtil, foi o que me chegou: tenho de me esforçar sempre para estar a postos para qualquer luta que surja; não posso baixar os braços, tenho de tentar sempre estar entre os melhores; não posso fraquejar e muito menos ser frágil ou desistir.

Não sei se é algo português, se é uma imposição apenas da minha geração, ou talvez da minha área geográfica (teria de fazer uns inquéritos), mas o que é facto é que a mulher também tem de ser forte. Esta e outras imposições externas, tanto nos homens como nas mulheres, traduz-se numa enorme rigidez,seja ela de movimentos, de emoções, ou de pensamentos condicionados. E com isto andamos todos e todas a neurotizar e a perguntar: porque é que nunca me sinto satisfeito? Porque é que não me sinto plena? A resposta nunca é fácil, e como sempre, é preciso ultrapassar o sintoma e ir à origem.


Na biossíntese o fluxo entre o pensar, o sentir e o agir são ideias chave. E é também dada atenção à origem da neurose, à origem dos sintomas psicossomáticos, sempre sem esquecer a nossa história e os seus condicionamentos.

Com a gravidez, como é óbvio, este tema intensifica-se. Queremos acompanhar a nossa neurose, veloz, e o corpo não vem connosco. Queremos continuar à mesma velocidade, fazer cinquenta coisas ao mesmo tempo (o cérebro feminino é multi-pista, nunca se esqueçam) e não é humanamente possível. Gravidez não é, efectivamente doença (lá está mais um clichet metido à bruta pela sociedade e que faz com que a grávida não se queixe), mas o estado de graça por vezes não tem nada de engraçado e é necessário saber quando parar ou abrandar.

E com isto tudo, esquecemo-nos do mais importante: não existem duas mulheres iguais e não existem duas gravidezes iguais, logo, a experiência de uma não é, nem pode ser, a experiência da outra. Então, vemo-nos numa encruzilhada: a sociedade diz que temos de ser fortes e aguentar o mais possível, o nosso corpo diz-nos "nem pensar", as nossas emoções ficam todas baralhadas e a mente só complica, com os seus filmes e ideias, histórias e crenças... E foi nesta encruzilhada que me deparei com a frase em cima, parece que de facto nada é por acaso, e surgiu na melhor altura. Temos de tratar de nós, olhar seriamente para a nossa saúde (física e mental) e reflectir bastante sobre estas encruzilhadas da vida. E digo reflectir para avançar, e não mastigar na neurose algo que os nossos dentes já não mordem.

Foto: https://www.facebook.com/HuffPostWomen/photos/a.196854310382630.47501.153213781413350/651692994898757/?type=1
*Autora: Ana Caeiro

30 de abril de 2014

Recordar os princípios básicos da Biossíntese: Ectoderma, Endoderma e Mesoderma


Biossíntese é sinónimo de integração de vida e o seu conceito central é a existência de 3 correntes energéticas fundamentais no corpo, associadas com as 3 camadas de células germinativas no embrião: Ectoderma, Mesoderma e Endoderma.



                                                                                                     
O Endoderma é então a camada interna do corpo do feto e remete-se às vísceras, ao que é mais primitivo, produzindo os tecidos que metabolizam a energia. De acordo com David Boadella, o nível energético de uma pessoa dependerá da mobilização eficiente da sua energia, e esse metabolismo é principalmente influenciado pela emoção. O autor exemplifica com o estado de uma pessoa emocionalmente deprimida: o metabolismo do corpo é mais lento, o apetite é menor e a respiração é drasticamente reduzida.

A camada seguinte, que será a camada celular central do feto, é o Mesoderma que se irá transformar o sistema central nervoso, muscular e ósseo e o coração. É um sistema de acção e de movimento.

A terceira camada, que é a externa, é o Ectoderma, que forma todos os tecidos nervosos do corpo e dos orgãos dos sentidos incluindo a pele. Este é um sistema criado para reunir e coordenar informações sobre o mundo.

Estas correntes energéticas expressam-se como fluxos de movimentos através dos músculos (Mesoderma); com fluxos de percepções, pensamentos e imagens através do sistema nervoso (Ectoderma); e como fluxos de vida emocional no centro do corpo, através do sistema vegetativo (Endoderma). Num estado saudável ou maduro, todo este processo acontece de forma harmoniosa. Tensões e traumas vividos na vida intra-uterina e extra-uterina impedem a integração destas 3 correntes e seu livre fluxo, provocando a emergência do distúrbio.

Elaborado com base no livro "Correntes da Vida" de David Boadella.
Imagem de origem desconhecida 


22 de abril de 2014

Lidar com pessoas tóxicas

Por vezes, sem conseguirmos explicar, existem pessoas que nos parecem tóxicas, ou cuja energia ou atitude nos afecta. Na maior parte das vezes nem conseguimos explicar o que é que, da outra pessoa, nos afecta tanto. O que sabemos é que até a perspectiva de estar com essa pessoa nos deixa com pouca energia e quando estamos com ela, sentimo-nos drenados.

Existem pelo menos cinco questões que podemos colocar sobre esses relacionamentos, por forma a ser possível encará-los de outra forma:

1) Sente-se bem quando pensa que vai estar essa pessoa? Que sensações essa pessoa lhe transmite, quando pensa em estar com ela?
2) Estão em caminhos / projectos de vida semelhantes?
3) Sente algum ressentimento ou amargura quando está com esta pessoa?
4) De ambos, quem tenta manter o relacionamento? Sente que investe mais na manutenção da relação do que a outra pessoa?
5) Sente-se dependente dessa outra pessoa para se sentir feliz ou bem consigo própria?

Se identificar determinada pessoa como alguém que drena a sua energia, com ou sem estas respostas, então será importante verificar o que podemos adaptar no nosso comportamento para que possamos lidar melhor com este tema. De facto e ao longo do tempo vamos percebendo que não podemos mudar os outros, mas sim, a nossa atitude perante eles.

Antes demais, acredito que será importante pesar a importância dessa pessoa na nossa vida. Conseguimos estar menos tempo com ela, e queremos que isso aconteça? Por vezes não temos como evitar, pois poderá ser um colega com quem trabalhamos directamente ou até mesmo um familiar que não podemos deixar de ver. Neste caso, devemos questionar: como podemos impor limites e estar com essa pessoa numa atitude mais positiva? Devemos falar mais ou ouvir mais o outro? É um tema para reflectir e cujas ferramentas de resolução dependerão de pessoa para pessoa e de relação para relação.

Elaborado com base no artigo "5 Signs its timeto let go of a toxic friendship" (http://www.mindbodygreen.com/0-12845/5-signs-its-time-to-let-go-of-a-toxic-friendship.html)

20 de abril de 2014

29 de Abril de 2014 Workshop - Trauma, intervenção terapêutica. Do problema ao recurso

29 de abril ws aberto em biossintese com a dra. maria del mar
  Neste workshop abordaremos os diferentes tipos de trauma, o seu impacto na construção do nosso Self e formas de o transformar e regular.
Vamos aprender como transformar as experiências traumáticas, recuperar o equilíbrio e a autorregulação da ativação, que orienta, permite estar no presente e, fluir na vida.

Questões:
Conhece a diferença entre trauma de choque (como morte de alguém, agressão, abuso, catástrofe natural...) e o trauma clássico?

Sabia que a indiferença permanente por parte de um dos progenitores pode ser suficiente para criar um 'trauma clássico?

Sabia que assistir a conflitos, carência afetiva ou falta de reconhecimento pode ser tão arrasador como um trauma de choque?

Sabia que muitos dos sintomas, tiques, manias, fobias ou mesmo doenças orgânicas provêm de sentimentos e emoções, não elaboradas e não expressas ou por “movimentos interrompidos”?

Vamos aprender a modificar imagens restritivas para imagens transformadoras, integrando corpo, emoção e ação.


Exposição Teórica e Vivencial:
Ferramentas essenciais para a auto-regulação
Os sinais corporais de tensão emocional
Tomada de consciência e a corporificação do novo contacto interno
Permissão interna para a aceitação e expressão plena do nosso self
Importância da respiração equilibrada.

Abordagem experiencial de quatro grandes técnicas:
Respiração
Visualização
Meditação com consciência plena (mindfulness)
Relaxamento profundo.

Uma abordagem em Biossíntese - Herdeira das grandes correntes da psicologia e da psicoterapia, cuja linha de intervenção integra aspetos Mentais, Emocionais, Somáticos e Energéticos. Uma síntese entre o Antigo Conhecimento Oriental e as Novas Descobertas Cientificas sobre a Mente Humana e o Corpo - Uma nova abordagem integral e holística do ser humano.


Data: 29 de Abril de 2014 (terça-feira)
Horário: das 19h às 22h
Local: Lisboa, Av 5 de Outubro 122, 5º Esq. (Campo Pequeno - Lisboa)
Investimento: 5€ Associados e Parceiros C.P.S.B./
                         10€ Não Associados C.P.S.B.

Confirmação obrigatória: 21 793 53 26 ou geral@cfpsb.com