15 de maio de 2012

Couraças


Em Biossíntese reconhecemos a existência de três diferentes formas de couraça:

Couraça visceral: verifica-se num colapso ou disfunção na peristalse ou na respiração.  Poderá se registar uma tendência para a hiperventilação crónica ou hipoventilação crónica ou ainda um bloqueio a nível do abdómen (síndrome do intestino irritado). Numa situação extremada, estas disfunções podem se expressar em asma ou colite.

Couraça muscular e couraça dos tecidos: o desequilíbrio no tónus muscular pode se verificar em duas direcções: hipotonus, onde se regista fraqueza e / ou falta de carga energética; ou hipertonus, verificada na sobrecarga e / ou tensão. A couraça dos tecidos está relacionada com a disposição dos líquidos dos tecidos e a eficácia de bombeamento venal, que, quando se torna mais lenta, pode produzir uma série de distúrbios na distribuição de fluídos. Em situações extremas esta couraça demonstra-se na tendência para doenças reumáticas ou doenças cardiovasculares, como por exemplo a hipertensão.

Couraça cerebral: as expressões mais severas desta couraça verificam-se na tendência para o pensamento obsessivo ou na desordem esquizofrénica do pensamento. Pode aparecer como distúrbios no ritmo cérebro-espinhal, ou distúrbios nos processos de carga bioeléctrica do cérebro.

Elaborado com base no texto “O que é a Biossíntese”, de David Boadella

Imagem: http://seanhsean.blogspot.pt/2007/07/felicidade-as-couraas-quebram-os-afagos.html